segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Socializando Poemas

Tecnologia
Manuca Almeida
A gente vai crescer
Com tudo que acontece
Nesse momento,
Acho que a gente não sabe
Mas vai ter que aprender
A criar outro movimento.

Desligue o celular para sempre
Nada de navio nem avião
Nada de carro na contramão
A gente vai ter que mudar
E tudo vai mudar a gente.

Esqueça a Tv e o computador
Pense que essa droga nunca existiu
Nem que a palavra precisa de satélite
Se a poesia resistiu a TECNOLOGIA





Poema enviado por: Cícero Lima
Aluno 4º ano B

sábado, 4 de agosto de 2012

Rodadas de Poemas com Manuca Almeida


Vou seguindo
Manuca Almeida

Vou seguindo sempre com muitos
E mesmo assim
Em poucos me vejo
Eu não nego a minha história
Nem jogo fora os meus sonhos
Eu já sei minha hora
E até o momento
Eu vejo agora mais longe e perto
Eu sinto forte agora no peito
Eu peço pra você não perder tempo
Eu quero é mais viver em paz
Poder seguir e ser feliz com você
Eu sigo sempre sozinho e lhe acho
Na areia sigo seus passos e rastros
Eu tenho tempo pra tudo que quero
Desejo logo o caminho e peço
Você me faz sentir capaz
Buscar a paz de ser feliz com você

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Rodadas de Poemas com Manuca Almeida


Minha
Manuca Almeida

Minha intenção
Protege o meu coração
Minha solidão
Esconde os meus medos
E meus desejos
Com seus dedos
Acariciam a paixão.
E o pensamento
Com seus becos
Fantasia a ilusão
Tô precisando
De um abraço bem calmo
De um sorriso temperado
Pelo amor
Tô precisando
De um motivo
De um sorriso
Pra não ter que pôr em risco
O que conquistei.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Rodadas de Poemas com Manuca Almeida


A mais
Manuca Almeida

 Projeto Aquele Poema
Poema: A mais
Autor: Manuca Almeida
Música: André Ricardo Rieper
Narração: Valdelice Gomes - EJA
Ilustração: Alunos III etapa de EJA e 4º ano B
Professora: Gerlane Fernandes
Escola Municipal  Joca de Souza Oliveira
Juazeiro-BA

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Rodadas de Poemas com Manuca Almeida


 Manuca Almeida

Quem mais me maltrata, sou eu
Quando não divido , quando duvido
Quando me acomodo no meu mundo
E me perco
A maior dor que tenho foi eu que criei
A maior alegria ou a menor tristeza também
Quem mais duvida de mim, sou eu
Quem mais precisa de mim, sou eu
Por insegurança ou medo
Por necessidade ou receio.
Quem mais brinca comigo, sou eu
Quando acomodo meus sonhos
Quando escondo meus desejos
Quando desacredito de mim mesmo.